quarta-feira, 19 de março de 2014

Um dia com água e nove sem: a pior seca da história de Fernando de Noronha.


A ilha de Fernando de Noronha sofre a pior seca dos últimos 50 anos. O fenômeno já esgotou o único manancial de água doce da região. Sem chuva desde junho do ano passado, os quase 3.000 habitantes da ilha e os turistas sofrem com cortes de água e sobrevivem com a que chega a partir da única usina dessalinizadora da ilha, que agora não consegue abastecer todos.

Apesar do trabalho incansável dos caminhões-pipa que percorrem a ilha durante o dia todo transportando água dessalinizada, a prefeitura de Fernando de Noronha teve de dividir seu território em oito áreas - cada uma recebe água a cada nove dias.

Quando a temporada de chuva passou, os moradores da ilha, descoberta por Américo Vespúcio em uma de suas primeiras viagens, recebiam água um dia a cada cinco, abastecimento que foi diminuindo conforme caíam as reservas. A dependência do manancial para abastecer os moradores é complementada com uma bateria de quatro dessalinizadoras que transformam a água do mar em água potável.

Quando cheio, o manancial tem capacidade para acumular 411.000 metros cúbicos de água e os moradores têm o fornecimento garantido, já que a maioria dos lares conta com depósitos. Com uma produção de 27 metros cúbicos por hora, a água que sai das unidades dessalinizadoras é distribuída por caminhões-pipa que percorrem os poucos 17 quilômetros quadrados da ilha, mas o aumento de habitantes e turistas no último ano, aliado à seca, tornou essa quantidade insuficiente.

Segundo a Compesa (Companhia Pernambucana de Saneamento), o problema de abastecimento se agravou ainda em 2013 por conta da severa estiagem. "Em junho houve apenas um registro de chuva, fazendo com que a barragem acumulasse cerca de 18% de sua capacidade", informou

Por conta do problema atual, a empresa pôs em prática um plano emergencial com o abastecimento através de carros-pipa.

A companhia Pernambucana de Saneamento (Compesca) contratou um projeto, no valor de R$ 4,7 milhões, para ampliar o sistema de dessalinização e também alterar o sistema de captação, o que deve possibilitar a captação da água do mar por 24 horas.

"Atualmente a Compesa conta exclusivamente com água produzida pelos dessalinizadores, que representam cerca de 46% da demanda", explicou a empresa. 

Com a ampliação proposta, após o investimento, a fábrica poderá dessalinizar 60 metros cúbicos de água por hora, 24 por dia, o que, em princípio, acabaria com o problema.

Apesar da carência de água, as autoridades garantiram que hospital e unidades de atendimento básico não estão sem água e, como explicou à agência EFE a coordenadora de saúde da ilha, Fátima Sousa, "não houve transtornos" nestes centros.

A situação levou muitos dos habitantes a situações extremas apesar do racionamento, e no último dia 8 houve protestos e o bloqueio de uma das estradas da ilha com barricadas e pneus incendiados. De acordo com o diretor da Compesa, Fernando Lobo, nas últimas semanas a situação se agravou com a multiplicação de visitantes que chegaram à ilha para aproveitar o Carnaval. "Durante este período há um aumento aproximado de 20% no consumo de água", afirmou.

Lobo destacou que, ao contrário do que acontece no resto do país, onde a seca afeta estados como São Paulo e Rio Grande do Sul, as soluções para a falta de água têm que ser geradas dentro da própria ilha, já que é inviável transportar água de outras regiões.



domingo, 16 de março de 2014

O mundo vai com a #ISF Video-Projeto

Aí galerinha!
Tudo bem?
Segue abaixo um projeto que está sendo realizado ao redor do mundo para mostrar ao Ian nossa admiração colaboração com seu trabalho, lógico que o Brasil não podia ficar de fora, né?

Leiam atentamente as instruções e qualquer dúvida é só perguntar, ok?


O mundo vai com a #ISF Video-Projeto 

Vamos mostrar ao Ian o quanto apreciamos sua dedicação para fazer um impacto positivo sobre o nosso planeta e suas criaturas. 

~ Todo mundo pode ser uma parte do nosso Vídeo-Projeto ~ 

Basta tirar uma #selfie vestindo alguma blusa da #ISF a partir de agora até ▶ 28 de março de 2014 ◀ e enviá-lo para: theworldgoesisf@yahoo.de 

Por favor inclua o seu nome, país e cidade. 

Junte-se a nós e compartilhe essa ideia! 
#ISFamily TVDFamily #ISF #TVD #Somerholics 

A Equipe: eu (@stefaniemaessen) @ Tessa_1216 @Isf_heart @KirstenSchnei37 e @Krmayer27 

Obrigado ♡

Texto escrito por: Stefanie.
Tradução por: Laura.

sábado, 15 de março de 2014

Divulgação de Anos Vivendo Perigosamente



Quando se trata de Ian Somerhalder , ele não poderia ter uma base de fãs mais leais do que os Somerholics. E cada vez que eu vejo os tópicos mais comentados do twitter sobre ele, Ian é o rei dos assuntos em destaque. Quer seja sobre o seu sorriso, ISF , sendo o Eterno Stud ou apenas dizendo o quanto nós o amamos de uma maneira ou de outra o Twitter está fazendo-o conhecido .

Começando dia 13 de abril vamos pegar uma viagem com a Showtime para " Anos de Vivendo Perigosamente ", documentário produzido por James Cameron , que inclui um elenco conhecidíssimo como Aronld Schwarzenegger , Matt Damon, Don Cheadle , Harrison Ford , Mark Bittman , America Ferrera , Michael C. Hall, Thomas Friedman, Chris Hayes, Olivia Munn, M. Sanjayan , Lesley Stahal e, claro, nosso amado Ian Somerhalder . Este documentário trará um olhar diferente, como um por trás das câmeras, sobre as mudanças climáticas que estão acontecendo nos EUA e ao redor do nosso planeta, como são feitas essas mudanças e como elas podem nos afetar . Este elenco incrível viajará por diferentes locais, ouvirá e contará histórias mostrando como o impacto da mudança climática pode ser sério.

O próprio Ian disse que esta é a maior história de nossas vidas, ele e todos os outros que participaram desse projeto são apaixonados pela história que vai ser contada. Como partidários do Ian, eu acho que ele realmente agradeceria se seus fãs o apoiassem nessa caminhada e colocasse "Anos Vivendo Perigosamente" nos trend topics do twitter para realmente ajudar a espalhar o movimento e fazer com que o mundo todo saiba sobre esse projeto. Este inspirador, sincero, humilde, incrível, trabalhador e belo homem tem feito muito pelo meio ambiente e suas criaturas, eu acho que é hora de retribuir o favor e mostrar-lhe o quão forte e poderoso o apoio dos fãs pode ser.

Eu estava pensando que nós podemos fazer uma contagem regressiva de três dias para ajudar a anunciar "Anos Vivendo Perigosamente", em direção à estreia, para realmente mostrar isso . Podemos vir pra cima com os trends que desejarem usar. Ian é um grande fã de mídias sociais, e nós, como seu público podemos ajuda-lo a promover este projeto !

Sim, Ian é a definição de bonito, sim o seu sorriso é digno de desmaios e sim, ele sabe que todos nós o amamos, mas vamos mostra-lo que não só amamos este bonito homem, mas também adoramos a bela mensagem que ele está enviando para nós, que nós não podemos apenas falar sobre amar o mundo, temos que agir.

Então, vamos agir!

Texto escrito por Ashley L. Cal.
Traduzido por Laura B. Paiva.

sexta-feira, 14 de março de 2014

As cheias e os transtornos no norte do país


Sete cidades em estado de alerta, oito em estado de emergência e uma em estado de calamidade pública, assim está o estado do Amazonas.

São 24 os municípios amazonenses que estão enfrentando a cheia e apresentam situações de anormalidade. O Governo do Amazonas homologou a Situação de Emergência ontem (13/03), para os municípios de: Manicoré, Novo Aripuanã, Borba e Nova Olinda do Norte, da Calha do Madeira, como medida preventiva e de socorro, além desses municípios, já decretaram Situação de Emergência: Guajará, Ipixuna e Envira (calha do Juruá); Boca do Acre, Pauiní, Canutama, Lábrea (calha do Purus); e Apuí (calha do Madeira/ rio Aripuanã). O Município de Humaitá está em Calamidade Pública, e já obteve o reconhecimento Estadual e Federal, o município decretou Emergência em 26 de fevereiro de 2014.

O município de Humaitá enfrenta o desabastecimento de gás, energia, combustível e diversos itens da cesta básica. O nível do rio Madeira vinha subindo uma média de seis centímetros por dia, a cota do rio em 13 de março de 2014, foi de em 25,01 centímetros, sendo a maior cota já registrada na historia da região, e a previsão da precipitação deve se manter acima do normal climatológico até a ultima semana de março, segundo estudos do CEMOA (Centro de Estudos de Monitoramento e Observações ambientais do Subcomando).

Dois municípios estão em Alerta: Eirunepé e Autazes, nove municípios estão em Situação de Atenção: Parintins, Barreirinha, São Sebastião do Atumã, Nhamunda, Urucará, Boa Vista do Ramos, Maués, Itacoatiara e Urucurituba. A quantidade de pessoas afetadas chega a 66.754, sendo 13.349 famílias afetadas.

O governo do estado do Amazonas, por meio do Subcomadec (Subcomando de Ações de Proteção e Defesa Civil do Amazonas), já enviou aos municípios afetados pela cheia, cerca de 150 toneladas de alimentos não perecíveis, que são transportados por meio de embarcações e aeronaves. 20mil Kits de higiene, cinco mil kits de dormitório (colchões, rede, lençóis, travesseiros e cobertores), 50 mil litros de água mineral, 10 kits com 19 itens de medicamentos, enviados pela Secretaria de Saúde do Estado (SUSAM), 200 caixas de hipoclorito de sódio, 50 barracas de campanha para os desabrigados, além do suporte de combustível, Gás e transporte para logística.

O secretario de Defesa Civil do estado, Coronel Roberto Rocha, pede muita cautela para a população que deseja fazer algum tipo de doação e alerta os doadores, “Para as pessoas que querem colaborar com a Defesa Civil, eu peço que elas busquem orientação junto às coordenadorias de Defesa Civil do Município ou do Estado, pois o prazo de validade não das doações de alimentos não pode ser menor que seis meses, o alimento perecível é totalmente inviável, pois é impróprio para armazenamento. Em Gujará, município da calha do Juruá, por exemplo, em época de normalidade, uma embarcação demora cerca de 25 dias, caso alguém queira fazer alguma doação de roupas, fiquem atentos para a qualidade e higiene do produto”, finalizou o secretario.

A Equipe técnica da Defesa Civil do Estado foi enviada na manhã do dia 12 de março para os municípios de Labreá, Pauiní e Canutama, eles estão fazendo a avaliação de necessidades e danos causados pelo desastre. Os municípios afetados recebem a assessoria da secretaria estadual, além de acompanhamento e coordenação para o enfrentamento ao desastre. Os cursos de capacitação para agentes de defesa civil no estado continuam suspensos até o retorno da normalidade na região. (Informações da assessoria de comunicação.)

Segundo o presidente da AAM e prefeito de Boca do Acre, Iran Lima, a exemplo dos anos anteriores, em 2014 o auxílio e as ações humanitárias de saúde, transporte e infraestrutura do governo estadual chegaram antes de ajuda federal. “Com as constantes perdas em repasses federais é o Estado que está nos auxiliando no atendimento imediato das demandas da população. Sem este apoio, a situação estaria muito pior”. Ele disse que no ano passado apenas três das 45 cidades amazonenses em estado de emergência foram atendidos pela Defesa Civil Nacional.

A cheia do Rio Madeira tem causado estragos também em Rondônia. No principal centro comercial de Porto Velho, restaurantes, supermercados, farmácias, postos de gasolina estão submersos há pelo menos 40 dias. Quinze ruas estão interditadas e oito bairros foram afetados.

No local onde funcionava o shopping popular, a água já está quase no telhado e as atividades tiveram que ser suspensas. Muitos comerciantes perderam tudo que tinham. 

A Receita Federal ficou fechada uma semana e só voltou a funcionar depois que o serviço foi transferido para outro local. Os prédios da Justiça Federal e do Tribunal Regional Eleitoral também estão ilhados.

Só em Porto Velho 12.500 pessoas foram afetadas pela cheia histórica do Rio Madeira. Com medo de terem saques, algumas pessoas ainda resistem em deixar suas casas.

A boa notícia é que nesta sexta-feira (14), depois de 30 dias crescendo sem parar, o Rio Madeira finalmente deixou de subir. Atualmente ele está em 19,8 metros, mesmo nível desta quinta-feira (13).

Mas a situação nas rodovias continua grave. A BR-364 que liga Rondônia ao Acre tem vários trechos alagados. Os caminhoneiros precisam de muito cuidado para não sair da estrada.

Os automóveis só passam com ajuda de caminhões guincho, que cobram, R$ 50 para atravessar um trecho de apenas três quilômetros. A situação ameaça o ritmo das obras na hidroelétrica de Jirau.

Três mil e quinhentos trabalhadores da usina de Jirau passavam pela BR quatro vezes por semana. Mas por causa da situação da rodovia, os fiscais e auditores do trabalho proibiram circulação dos ônibus que fazem o transporte dos funcionários. Toda semana, 50 ônibus faziam o percurso de cem quilômetros até a usina.

“Cabe às usinas providenciar um outro meio para que os trabalhadores possam chegar. Se nenhum trabalhador poderá ficar sem receber salario por causa disso”, fala o procurador do Trabalho-RO, Bernardo Mata Schuch.

O consórcio Energia Sustentável do Brasil, responsável pela construção da Hidrelétrica de Jirau, considerou arbitrária a decisão da Superintendência do Trabalho de Rondônia e informou que está estudando medidas judiciais para reverter a decisão de proibir o transporte dos trabalhadores por ônibus, de Porto Velho até o canteiro de obras.



sábado, 8 de março de 2014

O rio Tietê e os planos para despolui-lo



Um acordo inédito de cooperação internacional assinado entre os governos do Estado de São Paulo e da França vai renovar a esperança dos paulistanos de ver despoluído o rio Tietê, utilizando a mesma tecnologia aplicada em Paris no Rio Sena.

Outros programas de mobilidade urbana, recuperação e urbanização da Serra do Mar e desenvolvimento urbano em municípios do litoral norte fazem parte de um pacote de 50 iniciativas conjuntas que serão assinadas em outubro de 2013 pelo presidente da França François Hollande e pelo governador paulista Geraldo Alckmin.

O rio Sena era considerado biologicamente morto no início dos anos 1960, mas foi recuperado com leis de proteção e milhões de euros de investimento em estações de tratamento e recuperação do ecossistema. Em 2009 foi anunciado que o Salmão do Atlântico havia retornado ao rio, juntamente com várias outras espécies.

A comitiva do presidente francês inclui o ministro das Relações Exteriores da França, Laurent Fabius, e Jean-Paul Huchon, presidente da região de Île-de-France.

Île-de-France, principal região administrativa da França, cuja capital é Paris, reúne 1.281 cidades com um PIB total de US$ 812 bilhões. É a região mais populosa do país e a mais rica da Europa.

"O acordo de cooperação será o primeiro assinado entre a Franca e um Estado subnacional no hemisfério Sul e formaliza uma relação bilateral para a criação de um grupo de trabalho que tratará de iniciativas que trarão grandes benefícios para São Paulo", afirma Rodrigo Tavares, assessor especial para Assuntos Internacionais do Governo de São Paulo.

Entre as iniciativas estão um projeto piloto de sustentabilidade na Serra do Mar e troca de conhecimentos e tecnologias entre Sabesp e o órgão francês responsável pela despoluição do rio Sena.

O grupo de trabalho vai se concentrar em áreas da competência constitucional interna dos Estados, como infraestrutura e mobilidade urbana, educação, desenvolvimento econômico, segurança pública, entre outros.

Um segundo acordo lança a iniciativa "2014: Ano de São Paulo e de Île-de-France para o desenvolvimento urbano sustentável". O projeto prevê um programa de atividades de cooperação em áreas como transportes, habitação, saneamento, energia ou meio ambiente ao longo desse ano.

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

Vamos salvar uns copos?


Este mês, a ISF desafia você para participar de uma nova campanha que não só pode reduzir a quantidade de lixo que se acumula, mas também pode te ajudar a dar o primeiro salto em se tornar mais ecologicamente consciente em sua vida todos os dias! Algumas pessoas podem não estar cientes das implicações ambientais causadas ​​por um determinado item doméstico: Copos de papel. Todos os copos de uso único necessitam de recursos como água e energia para ser feitos. De acordo com a Aliança para a Inovação Ambiental, cada copo de papel fabricado é responsável por 10 kg de emissões de CO2. Os copos de uso único afetam o meio ambiente de maneira negativa desde a fabricação até depois de seu uso.

Copos de papel são muitas vezes revestidos com polietileno, uma substância cerosa que impede que o material seja reciclado. Poliestireno, um dos plásticos mais utilizados, nunca degrada completamente, tornando o assim copo de plástico nocivo ao meio ambiente. Copos de plástico são geralmente feitos a partir de uma base de petróleo, e o uso deste combustível fóssil pode ter um impacto negativo, visto que seu material libera poluentes e gases que contribuem para o efeito estufa na atmosfera e tem o potencial para danificar ecossistemas.

Algumas lojas e restaurantes oferecem copos biodegradáveis ​​ou parcialmente reciclados mas, independente de sua composição, a maioria dos copos de bebidas descartáveis acabam em aterros sanitários. Só os EUA joga fora 25 bilhões de xícaras de café de isopor a cada ano. Se você compra apenas uma bebida por dia em um copo descartável todos os dias, sozinho você gera mais de 43 kg de resíduos em apenas um ano (Isso só contando os copos!).

Você como cliente tem a oportunidade de parar de usar esses copos que estão prejudicando o nosso planeta. A ISF te desafia a ter sempre um copo ou caneca reutilizável com você, seja na escola ou no trabalho, no carro ou na bolsa, tenha um com você para aqueles impulsos em que você que uma bebida corrida. Alguns lugares ainda oferecem um desconto se você tiver o seu próprio copo, por isso, ser verde, não só poupa o ambiente, mas também poupa dinheiro. É hora de chutar o copo de uso único para fora da sua vida!

Para participar desta campanha, envie seu nome e data de início, a qualquer hora até 28 de fevereiro de 2014, para o endereço: environment@isfoundation.net

Mantenha um registro de atividades e todas as semanas nos envie o número total de copos que você economizou. O desafio tem a duração exata de quatro semanas a partir da data que você iniciou seu desafio pessoal. Vamos continuar a fazer a soma acumulada com todos os participantes do desafio e quando seu tempo acabar vamos deixá-lo saber o quanto os bons apoiadores da ISF fizeram para o planeta em apenas um mês.



Muito obrigada por sua participação. Agora vá salvar um copo ou dois!

Fonte: http://www.isfoundation.com/campaign/ian-somerhalder-foundation-challenges-you-save-cup

domingo, 2 de fevereiro de 2014

10 fatos que você não sabe sobre a matança dos golfinhos no Taiji

A Ryot vem cobrindo a matança de golfinhos deste ano em Taiji, no Japão e, pela última semana, a resposta de vocês tem sido enorme. A maioria de vocês se sente da mesma forma que nós: muito, muito chateados. 

Quando as emoções estão à flor da pele como estão agora, a coisa mais importante a fazer é ser informado o suficiente para tomar os passos certos para direção da mudança real. Se você estiver totalmente interessado na matança de golfinhos, eis aqui dez fatos que você precisa saber sobre o tema:

1. A matança de golfinhos na verdade não é uma tradição. 
Os defensores da prática são rápidos em chamá-lo de uma "tradição cultural", mas a prática da matança em massa de golfinhos realmente começou quando o motor de lancha foi inventado e adotado para o mainstream. "Isto é uma geração, e isso não é tradicional”, diz Lincoln O'Barry do Projeto Golfinho. "[Os japoneses] poderiam sair em 20 homens e matar da forma tradicional em grandes canoas, remar para fora e matar uma baleia, mas eles nunca abateram centenas de golfinhos antes."

2 . . . . Mas, mesmo se fosse uma tradição, isso poderia mudar.
As Ilhas Salomão são uma das poucas áreas indígenas e tribais remanescentes da Terra, e eles usaram a caça de golfinhos por razões de alimentícias e culturais. Quando O'Barry os visitou, eles estavam usando dentes de golfinhos como moeda. Após vários meses de convivência com o povo nativo, O'Barry foi capaz de educá-los sobre a conservação de golfinho de forma suficiente para que eles alterassem suas práticas. "Eles pararam depois de mil anos de tradição. Isso mostra que as pessoas podem mudar."

3 . Toda a indústria de pesca local não é baseada na matança de golfinhos .
A indústria de pesca de Taiji não tem todo o seu contingente baseado no relativo sucesso da matança de golfinhos. Parar a matança colocaria "50 pessoas fora do negócio”, diz O'Barry . Sendo que há cerca de mais de 300 pescadores na região, 50 de 300 ainda é uma percentagem considerável, aqueles 50 são pessoas mais ricas da pequena cidade que fazem a maior parte de seus lucros especificamente da matança. "Há outros 300 outros pescadores em Taiji pescam outros tipos de peixes, não golfinhos."

4 . A indústria de golfinho em cativeiro é altamente lucrativa e, de fato é o que motiva o abate.
"Um golfinho morto ... vale cerca de US$ 500 em carne. Um golfinho selvagem", como aqueles que são capturados em Taiji durante o abate”, para se manter em um aquário vivo pode valer mais de US$ 130.000."

5 . Um pequeno grupo de pessoas, e não todo o país do Japão é responsável.
Muitos cidadãos japoneses não são informados sobre a prática, a motivação e os efeitos da matança de golfinhos, nem mesmo as pessoas em Taiji. "Nós queremos fazer cópias impressas em japonês , e realmente colocá-los em cada caixa de correio de cada casa em Taiji", diz O'Barry, os esforços do projeto estão na rua para alterar esta prática horrível. “Eu pessoalmente relaciono os número de golfinhos abatidos caindo por isso.”

6. A matança de golfinhos não é o melhor interesse dos japoneses.
Com exceção de um pequeno grupo que lucra imensamente com a prática, a maioria dos japoneses não se beneficia com isso. "Ninguém no Japão menciona a palavra “mercúrio”, lamenta O'Barry . A carne de golfinho tem algumas das maiores concentrações do elemento, e consumi-lo pode levar a problemas neurológicos graves, de enxaquecas a coordenação motora prejudicada.

7. Os japoneses também estão tomando medidas contra a matança.
2013 foi o primeiro ano em que uma ativista japonesa esteve de pé em protesto contra a enseada. "Trata-se de identificar e mostrar que não são todos os japoneses”, diz Lincoln. "Havia um monte de sentimento anti- japonês durante o grande movimento de caça às baleias na década de 1970.” Tudo o que realmente conseguiram foi que as crianças japonesas que viviam na América fossem espancadas no parque infantil. Você não pode boicotar uma raça de pessoas apenas por causa do que um punhado de pessoas estão fazendo em Taiji . Isso é loucura ."

8. Menos golfinhos estão sendo mortos a cada ano, graças à conscientização e pressão global.
Em 2009, 2.500 golfinhos foram abatidos. Em 2010, 2.000. Em 2012, apenas 800 foram mortos. Isso ainda é 800 demais, mas prova que a mudança pode acontecer quando as pessoas apaixonadas agem.

9. A maneira de sustentar a mudança é mudar corações e mentes.
Ficar bravo não resolve nada, e culpar um grupo de pessoas também não ajuda. Os métodos que têm funcionado ao longo dos anos e reduziram o número de golfinhos assassinados são educação e comunicação. O'Barry conta uma história poderosa sobre um caçador de golfinho de Taiji, ele sabia : "Era um caçador de golfinhos da 3ª geração que um dia teve um momento de epifania que ele não poderia mais fazer isso. Agora ele está convertido e usa seu antigo barco de caça para observar barcos que ainda praticam a caça de golfinhos. "

10. Você não é impotente nesta situação.
Desde assinar petições a compartilhar os fatos em mídia social, há muita coisa que você pode fazer para ajudar a mudar esta situação. A arma mais forte que você tem é a sua voz, use-a para falar contra essa atrocidade e inspirar a mudança.


Fonte:
http://www.ryot.org/10-facts-didnt-know-taiji-dolphin-slaughter/545753